DESCASO: Banco do Brasil não envia representante em audiência sobre reabertura de agência em Amaraji


Uma audiência pública com o objetivo de debater a reabertura da agência do Banco do Brasil em Amaraji na Mata Sul, realizada na manhã dessa segunda (11), não teve a presença de nenhum representante da estatal. O problema que já vem caminhando desde dezembro de 2017, tornou a ser discutido em decorrência da grave queda na circulação financia da cidade.

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Presidida pelo Vereador Cláudio Roberto (PDT), a audiência contou com a presença do Prefeito Rildo Reis (PR), de representantes dos poderes legislativos, militar, civil e da associação comercial local. Entretanto, os representantes do Banco do Brasil, convidados mais aguardados na audiência, não compareceram. "Enviar recado não é a mesma coisa de falar pessoalmente. Nós gostaríamos que eles estivessem aqui", argumentou a professora Cristina Tabosa.

Na oportunidade, também foi discutido a possibilidade de outro banco oferecer seus serviços na cidade, retirando do Banco do Brasil todos os consignados para restabelecer a economia no comércio local. 

Com pouca participação popular, a audiência também foi marcada pelo nítido desinteresse do banco em restabelecer seus serviços aos cidadãos amarajienses. Em sua fala, a Vereadora Glória Gouveia (PSB), sugeriu uma audiência com a Superintendência do BB em Recife para resolver definitivamente a reabertura da agência. "Ninguém aguenta mais, é gente sendo demitido e até agora não temos nenhuma definição do banco", expressou a vereadora.

Em sua fala, o Prefeito Rildo Reis destacou a pouca participação da comunidade na audiência. "É uma vergonha, mas na hora de discutir o que realmente interessa, fica a desejar. A prefeitura em momento nenhum se ausentou em resolver esse problema". O prefeito também falou que fica inviável a entrada de outra agência para oferecer seus serviços a Amaraji por conta de um contrato que está em vigência. "Não sabemos qual foi o gestor passado que assinou, mas nós temos um contrato com o Banco do Brasil que não pode ser quebrado. Podemos ir na Superintendência mais uma vez e ver essa questão do contrato", pontuou o gestor.

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